Gira em torno da “reabsorção” ou “dissolução” (laya) dos elementos sutis e outros fatores da psique, busca a transcendência de todos os vestígios de memória e de todas as experiências sensoriais, enfim, a transcendência de todas as configurações kármicas dentro de sua própria mente, até que todo o seu cosmos interno se dissolva, chegando à realização extática (samádhi) e à Libertação. Para tanto, lança mão de muitas praticas e conceitos do Tantra Yoga, como por exemplo, a concepção do modelo de fisiologia sutil, aspecto também encontrado no Hatha Yoga. Para Feuerstein (2005), o Laya Yoga pode ser compreendido como uma fase superior, a fase meditativa do Hatha Yoga.